escrito por Celso Antonio Cruz
4 min de leitura
04 Nov
04Nov

⏰ URGÊNCIA |🚨OBRA PARALISADA |⏳5 MIN DE LEITURA


INTRODUÇÃO


Você cumpriu cronograma. A administração mediu, aprovou e atestou o pagamento — mas não depositou. 

Enquanto isso, suas despesas continuam: folha de pessoal, aluguel de máquinas, segurança do canteiro. O fluxo de caixa desaba e o risco de falência cresce. 

A boa notícia? Existe saída legal e garantida pela Lei 14.133/2021. 

Quer organizar sua defesa desde já?

📋Baixe o checklist prático - obra paralisada com documentos essenciais para comprovar prejuízos e proteger seu direito, logo ao término deste texto.


⚖️ O QUE DIZ A LEI 14.133/2021 


A lei garante ao contratado 3 direitos específicos quando a administração não paga parcelas já atestadas (art. 137, § 2º):

 

  1. Suspensão sem penalidades: poderá pausar a execução formalmente, sem sofrer multa e ser responsabilizado pelo atraso. Os prazos contratuais não correm a seu desfavor durante a paralização;
  2. Reequilíbrio econômico-financeiro: direito a compensação por custos extraordinários gerados pela paralisação — juros de empréstimos, salários, aluguel de máquinas, segurança, desmobilização;
  3. Indenização por extinção: se a obra ficar parada além de 60 dias, sem perspectiva de retomada, poderá requerer encerramento contratual com ressarcimento integral de prejuízos comprovados, devolução de garantias e pagamento do já executado. 


🛡️MEDIDA ADMINISTRATIVAS: PASSO A PASSO:

 

1️Documentação imediata: fotografe ou faça vídeo semanalmente das etapas da obra e guarde os comprovantes de custos continuados: folhas de pagamento, recibos de aluguel, contratos de segurança;

2️Notificação de suspensão (após 60 dias): envie comunicação formal, por escrito, à administração comunicando a suspensão preventiva da obra, devido à falta de recursos para manter operações em virtude de inadimplemento da administração, conforme art. 137, § 3º, II da Lei 14.133/2021;

3️Solicitação de reequilíbrio (simultânea à suspensão): protocole pedido formal de reequilíbrio econômico-financeiro, referente aos custos extraordinários causados pela paralisação, conforme relação anexa de despesas comprovadas.

4️Pedido de extinção (se não houver regularização em 60 dias): protocole pedido de extinção do contrato por culpa exclusiva da administração e indenização integral de prejuízos, devolução de garantia com atualização monetária e custo de desmobilização.


Ficou inseguro sobre qual passo tomar primeiro ou como formalizar cada etapa?

💬Converse com especialista e receba modelo pronto de notificação, cálculo de prejuízos e defesa administrativa. 


CONCLUSÃO 


Quando a obra paralisa por inadimplência da administração, a Lei 14.133/2021 está 100% do seu lado


✅Suspenda sem punição;
✅Exija reequilíbrio financeiro;
✅Recupere prejuízos comprovados;
✅Receba devolução de garantia atualizada;
✅Reclame reequilíbrio mesmo após extinção. 


A chave é documentação rigorosa + formalização de cada etapa + fundamentação legal clara

Sua obra está parada e você quer recuperar o prejuízo com segurança jurídica?

📞 Fale com a Gera Consultoria — especialista em gestão de contratos públicos e defesa contra a inadimplência  da administrativa pública. 

Receba análise personalizada, documentos prontos e atuação estratégica para converter paralização em indenização.


SAIBA MAIS


📲WhatsApp: (14) 98105-3999; 

🌐Atendimento: linkbio.co/7040921yOzBtM.


Comentários
* O e-mail não será publicado no site.